Por que falar tantos nãos? 3 dicas para um "NÃO" eficaz e educativo

Quando meus filhos eram pequenos eu e meu esposo tínhamos um acordo velado: Eu era a do “NÃO” e ele era o do “SIM”.
Eu assumi esse papel, porque sabia da importância de traçar os limites desde que as crianças são pequenas. Mas confesso que ficou pesado demais para mim.

Escutar ele falando “- Não quero me indispor com as crianças por causa disso” ou “- Qual é o problema deles fazerem, só desta vez?”
E então eu assumia a frente e ia já falando o não, que era necessário naqueles determinados momentos.
Com o tempo nós como casal chegamos a um novo acordo, muito mais bilateral, pois ele percebeu que precisa também ter esse papel na vida das crianças, que dizer NÃO, não tem haver com ´se indispor´ ou “ser chato”, mas sim, um ato fundamental na arte da criação de um filho.

No entanto, durante as gravações do curso de Comunicação, aprendi com as especialistas o que promove um NÃO estruturado e educativo, e o que diferencia o sucesso ou fracasso desse posicionamento pelos pais.

3 principais dicas para um "NÃO" eficaz e educativo

1 – Ser coerente
Manifestar coerência completa entre o NÃO que está falando e todas as ações relacionadas.
Aceitar no coração que aquela é a melhor decisão e entender que a frustração que o filho sente diante do não, irá valer a pena para sua formação de caráter.
Se mantivermos esse sentimento, nossa fisionomia e ações estão coerentes com as palavras que falamos. Assim fica mais fácil manter firmes nossa posição, diante das reclamações e contestações que virão!!

2 – Ser consistente
Uma das coisas mais prejudiciais que podemos fazer enquanto pais é sermos inconsistentes. Ao fazer isso, o filho nunca saberá o que fazer para ganhar aquilo que quer, porque a mensagem é ambígua.
Ou seja, falar um NÃO hoje e amanhã um SIM, para a mesma situação, deixa o filho totalmente perdido entre o que pode ou não fazer. Nossa palavra e decisão perde a força, pois se um dia pode, porque no outro não poderia?

3 – Ser empático
Imaginar-se no lugar da criança, é frustrante não ter o que se quer, fazer o que?
Deixar a criança vivenciar e processar aquele sentimento é importante. Mas para acolher tal sentimento não é necessário ficar desviando sua atenção, tentando oferecer algo em troca, ou ficar se desculpando. Os pais podem simplesmente entender que a criança está triste, brava, magoada, e que isso faz parte. Uma dica legal, é dar nome a esse sentimento para que ela vá também aprendendo a identificar seus próprios sentimentos.

Muito boas essas dicas, não é!! Algumas já eram sabidas, mas sempre vale a pena relembrar e aprender algo novo.
Esse assunto tem muitas outras abordagens, mas de mais impactante considero essas 3 dicas!

Espero que tenha gostado de todo esse conteúdo, e que isso possa te ajudar muito na sua jornada de mãe!

Sandi Caldeira.

Este e outros temas, estão disponíveis na íntegra no portal Phitters, por um período experimental sem compromisso ou custo.

Vivencie você também uma nova forma de educar seus filhos!  

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